outras comidas na roça

Galinhada

Tipicamente de roça, fizemos uma galinha cozida. Espia só as cenas da preparação que, em geral, não estão nas receitas das nossas casas urbanas.

   

Galinhas têm penas, acreditem! Depois dos primeiros passos da preparação seguimos na cocção tradicional: 5 horas de fogão de lenha, legumes e sal. Delícia!

De sobremesa, bolo de aniversário! (Acho que quando tivemos o último bolo decorado assim lá em casa eu ainda não tinha nascido.) De toda forma, estava super bom, bem sem açúcar, para o paladar da maioria dos brasileiros, e principalmente, das brasileiras.

Granola Express

Aqui tem essa coisa deliciosa da granola incondicional. Todo dia, sem falta. É como o pão com manteiga no café da manhã do brasileiro, com pingado e açúcar. Quem diz que não é? Todo mundo toma, todo dia.

Essa granola aqui tinha duas maravilhas, além de ser diária, era expressa, expressíssima! Misturamos todo os ingredientes, castanhas inteiras, frutas secas e grãos, sem várias horas de forno baixiiiinho, demorado. Sem mel, nem açúcar. Primeiro pensei que ia ficar sem graça, mas é super boa. Recomendo pra os viciados-sem tempo.


Banquete

Neste domingo fizemos um “banquete”: aspargos verdes e brancos escaldados com manteiga quase derretida, e carne assada acompanhada de batatas cozidas. Hummmm…

Começou, agora na primavera, a temporada de aspargos na Alemanha, os mercados estão em frisson total. E os aspargos, cheirosíssimos!

   

   

Mais maçãs, e mais farinha de farro

Sempre achei que a maioria das casas não aproveitam bem o espaço que pode existir entre o dentro e o fora. Quero dizer, os espaços estão, em geral, bem definidos, ou é fora, ou é dentro. As varandas são tímidas.

Acontece parecido com as comidas: ou é salgado ou é sobremesa. Ok, está certo que temos pratos agridoces, frutas na salada, morangos glaceados com balsâmico de sobremesa. Mas sempre sabemos se estamos comendo prato principal ou sobremesa.

Pois bem, estas maçãs fritas e “empanadas” com a bendita farinha de farro é um caso de exceção. Até agora não sei se foram prato principal ou sobremesa. Talvez por costume, talvez pela técnica que usamos, não estou certa, mas acho que elas teriam ficado melhor se fossem ou prato principal ou sobremesa.

Contudo, de qualquer forma, ficaram interessantíssimas. Foi assim: fatiamos as maçãs (aquelas especiais para doces, bem ácidas), mergulhamos em uma massa bem mole, preparada com a farinha de farro recém moída, ovos e leite. Sem sal, sem açúcar, sem nenhum outro tempero. É tipicamente o que eu chamaria de neutro.

Imediatamente depois de mergulhadas na massa, eram fritas em óleo, não imersas, só uma camadinha – de um dedinho – de óleo no fundo da frigideira. Coagula, doura e vira.

Não se deve pensar que queremos uma cobertura homogênea ou “bonita” com esta receita. A massa é tão mole que foge da maçã. Começamos a comer com a mão mesmo. É gostoso, confesso, comida de criança, confort food. Ainda mais quando chegou à mesa um potinho de açúcar com canela para a gente jogar por cima. (Nessa hora acho que virou sobremesa)

   

No final acho que faltou sal. Ou foi açúcar?

As fotos da Lynn, que ficaram tão boas, foi o que me inspirou a fazer este post. São elas: bolo de aniversário, aspargos escaldados, manteiga para aspargos, carne assada e batatas cozidas, maçãs fritando e maçãs fritas. Danke, Lynn!

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